DETRAN PARAÍBA – EDUARDO PEDROSA – OPERAÇÃO CALVÁRIO

Eduardo Pedrosa CBTI/SIELLO/BOAZ – diz aos quatro ventos em Brasília que o MP Gaeco PB está atrás dele com uma denúncia sobre eventuais serviços prestados ao DETRAN PB, conforme delação do irmão do governador, Sr. Coriolano Olindo.

A cada dia, mais loucuras nessas delações que deixam esse povo de Brasília com cabelo em pé@!Eduardo Pedrosa CBTI/SIELLO/BOAZ – diz aos quatro ventos em Brasília que o MP Gaeco PB está atrás dele com uma denúncia sobre eventuais serviços prestados ao DETRAN PB, conforme delação do irmão do governador, Sr. Coriolano Olindo.

A cada dia mais loucuras nessas delações deixam esse povo de Brasília com cabelo em pé!!!

Aguardem novidades!!!

Segunda Fase da Operação Sinal Fechado está prestes a acontecer.

Uma ação civil pública por ato de improbidade administrativa foi proposta ontem, dia 26, pelo Ministério Público estadual contra os dois ex-diretores do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Adriano Romariz Correia de Araújo e João Maurício Botelho de Queiroz, e contra a Fundação Escola de Administração da Universidade Federal da Bahia (FEA) e a Associação para o Fomento e Gestão de Projetos Público-Privados (AFGP), além de seus diretores Luiz Carlos Marques de Andrade Filho e Euclides Paiva Alves Junior, respectivamente. Proposta pelas promotoras de Justiça Rita Tourinho e Célia Boaventura, a ação foi motivada por irregularidades identificadas em um convênio firmado em julho de 2009 entre o Detran e a FEA, que tinha como objeto a operacionalização do processo de registro de contratos de financiamento de veículos com cláusula de alienação fiduciária.

O convênio foi firmado, de acordo com as promotoras, sem prévio chamamento público, nem qualquer outro meio de divulgação ou seleção, e sem que a FEA apresentasse capacitação técnica para a prestação do serviço, fato que motivou a subcontratação de empresas para realizar as atividades contratadas. Relatórios encaminhados pela Auditoria Geral do Estado e pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) ao MP destacam uma série de irregularidades na execução do convênio, dentre elas a cobrança de taxa não prevista em lei; incapacidade técnica da FEA; cobrança por serviços não prestados; atrasos em repasses; e a omissão do Detran na fiscalização do convênio.

Em outubro de 2010, o Detran firmou um Termo de Cooperação Técnica com a AFGP, na época denominada Central de Registos de Contratos (CRC), que assumiu a função de operacionalização dos contratos. No curso das investigações foram apurados indícios de vínculos entre a CRC e a FEA e os mesmos vícios identificados no convênio anterior, como dispensa indevida de licitação, incapacidade técnica e subcontratações de empresas para execução dos serviços.  Ainda de acordo com as promotoras de Justiça, do início do Convênio nº 002/209 até julho de 2014, quando foi extinto por autorização do Detran, a FEA recebeu a quantia de R$ 97.064.139,75. Além disso, apesar do convênio exigir a aplicação de todo o recurso arrecadado para execução do objeto do ajuste, foi demonstrado que apenas 13,85% do total arrecadado foram repassados ao Detran, enquanto os 86,15% restantes foram retidos pela entidade privada. Na ação, o MP pede liminarmente a indisponibilidade dos bens dos acionados e a condenação deles às sanções previstas no art. 12, incisos I, II e III, da Lei nº 8.429/92.

Fonte: https://www.mpba.mp.br/area/caopam/noticias/30483

FENASEG E SERASA SEMPRE JUNTOS COM JOÃO ELISIO. RELAÇÃO INCESTUOSA E PROMÍSCUA

JOÃO ELISIO FERRAZ DE CAMPOS EX-governador do Paraná, ex-Presidente da FENASEG, ex sócio da GRV Solutions, juntamente com Montenegro do IBOPE e Homero, atuais sócios da Megadata e João pequeno que já foi conselheiro da B3 todos voltaram ao mercado milionários de Registros, como: João Elisio um dos sócios da Qualyt TI SA do Rio de Janeiro que desenvolveu um software de Registros de contratos e por sua vez através de um contrato cedeu esse sistema para o Serasa participar dos Credenciamentos Brasil a fora, João Elisio por sua vez arrecada pela Quality da qual é sócio junto com uma instituição financeira BNDESPAR, os outros sócios de João Elisio , Montenegro e Homero usam a Megadata também para abocanhar outros pedaços, isso tudo após venderem em 2010 para a CETIP a GRV Solutions pela bagatela de 2 bilhões de Reais. Tá aí mais uma maracutaia grande, fiquem atentos, pois segundo o Denatran em portaria publicada proíbe empresas que tenham ligações ou serviços com instituições financeiras, muito menos quarteirização como faz o Serasa apadrinhado pela FEBRABAN.
Tá errado FeBRAban? Ou algum dirigente de banco tem algo com isso ????

As ligações perigosas da Alias Tecnologia

É de causar inveja a desenvoltura com que a Alias Tecnologia circula por Detrans dos mais diversos cantos do país, sempre deixando um rastro de negócios suspeitos. A empresa atua em estados como Paraná, Paraíba e Maranhão. É uma das campeãs em licitações para serviços de registro eletrônico de contratos de financiamento de veículos. A Alias acaba de fechar um acordo de cessão do seu sistema para a Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná.

A principal justificativa para a parceria é a redução do valor do serviço de R$ 350 para R$ 173. Ocorre que em vários estados do país o preço do gravame é ainda inferior. Em Minas Gerais, por exemplo, custa aproximadamente R$ 70. Além disso, causa estranheza a exclusividade que a Alias passará a ser a única fornecedora da solução utilizada no Paraná. Em boa parte dos demais estados, há várias empresas habilitadas para a oferta do serviço de registros de contratos de financiamento.

A Alias é repleta de sinuosas ramificações. Um de seus sócios é citado na delação premiada de Alexandre Barradas, ex-diretor da Odebrecht, por doações ilegais para campanhas eleitorais no Amapá. Candelot foi sócio do advogado Eduardo Martins, filho do presidente do STJ, Humberto Martins. Eduardo foi um dos alvos da Operação Esquema S, deflagrada pela PF e pelo MPF contra escritórios de advocacia que teria sido usados para desviar cerca de R$ 51 milhões do Sistema S no Rio de Janeiro.

Denúncias apontam para ocorrências fraudulentas em outros estados

Há denúncias de que a Alias se cacifou para concorrências em outros estados utilizando atestados falsos de capacitação emitidos pelo Detran de Sergipe. Ocorre que a empresa jamais teve qualquer contrato com aquela estatal.

No ano passado, o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Paraná ofereceu denúncia criminal contra 11 pessoas investigadas na Operação Taxa Alta, que apura irregularidades no credenciamento de empresas pelo Detran-PR). Entre os citados estão seis empresários e cinco servidores públicos comissionados na época dos fatos, dos quais quatro trabalhavam no Detran. Uma das empresas mencionadas é a Infosolo, investigada também em Minas Gerais.

Fonte.

MONTREAL E SEUS MILHARES DE CONTRATOS NO DETRAN RJ SERÁ UMA NOVA FACILITY! SERÁ QUE ARTUR ESTARÁ COM ELES??

MP denuncia chefe da Polícia Civil do RJ por contratar sem licitação

Rivaldo Barbosa foi nomeado para o cargo depois da intervenção federal na segurança pública; ele disse que não foi ouvido e repudia a denúncia.

O Ministério Público do Rio de Janeiro denunciou nesta quinta-feira (12) o chefe da Polícia Civil, Rivaldo Barbosa, que foi nomeado para o cargo depois da intervenção federal no setor da segurança pública.

A acusação é de contratar uma empresa sem licitação.

Eles são homens da lei, mas o Ministério Público afirma que, de forma surpreendente, o comando da polícia que investiga crimes também cometeu crime e ainda comete. Desde março de 2017, a contratação de serviços de informática para as delegacias é feita sem licitação e fora das hipóteses previstas em lei, dizem os promotores Cláudio Callo e André Guilherme de Freitas.

Os três contratos já custaram R$ 19 milhões aos cofres públicos. Os dois primeiros foram assinados pelo ex-chefe de Polícia Carlos Augusto Leba com a empresa Planejar Terceirização e Serviços, e o último pelo atual chefe de Polícia, Rivaldo Barbosa, com a Montreal Informática.

A justificativa para a dispensa da licitação é que era uma situação emergencial. O Ministério Público rebate dizendo que foi só um pretexto para burlar a lei porque contratos emergenciais não podem durar mais de 180 dias.

Outros dois delegados que trabalham na Comissão de Fiscalização de Contratos e também são denunciados admitiram que as contratações emergenciais continuaram mesmo depois dos avisos de que uma licitação era necessária.

O Tribunal de Contas do Estado (TCE) também já havia notificado o gabinete da chefia de Polícia sobre as exigências e a orientação para que fosse feita a licitação.

Deixar de fazer a licitação, fora dos casos permitidos por lei, é um crime punido com até cinco anos de cadeia. Além da condenação, os promotores pediram que todos os delegados envolvidos sejam afastados imediatamente da função, inclusive Rivaldo Barbosa, o atual chefe da Polícia Civil. Rivaldo assumiu o cargo em março. Foi escolhido pelos interventores da segurança pública do Rio.

O Ministério Público afirma que a postura da administração superior da Polícia Civil destoa completamente da atitude do interventor federal, general Walter Souza Braga Netto, que, de forma preventiva, por causa da grave crise econômico-financeira do estado e da precariedade de recursos públicos, consultou o Tribunal de Contas da União (TCU) para saber em quais situações poderia fazer compras emergenciais.

Os promotores argumentam que “a postura da chefia da Polícia Civil afronta diretamente princípios constitucionais como o da moralidade administrativa, da transparência e da razoabilidade”, e dizem que os denunciados, por serem delegados de polícia, deveriam dar exemplo à sociedade.

O que dizem os citados
A Polícia Civil declarou que fez contratação em regime de emergência para não paralisar o banco de dados; que desde 2016, tenta fazer uma licitação, mas não tem conseguido por conta das dificuldades econômicas do estado.

A assessoria da Polícia disse ainda que 14 dias depois de assumir o cargo, Rivaldo Barbosa pediu que fosse feita uma licitação e mandou instaurar uma sindicância para apurar eventuais irregularidades.

Rivaldo Barbosa disse que não foi ouvido e que repudia o oferecimento de denúncia.

A Secretaria de Segurança e o Gabinete de Intervenção Federal declararam que aguardam a notificação judicial.

O JN não conseguiu falar contato com o ex-chefe de Polícia Civil Carlos Augusto Leba nem com as empresas citadas na reportagem.