Serasa além de vazar informações, ainda descumpre as regras da Resolução e faz registros de contratos com sistema de João Elisio ex-Fenaseg

Família Safra está no Serasa e não do jeito que você pensa!

  • Família de Joseph Safra tem participação na Serasa.
  • Em 2020, Safra liderou lista dos mais ricos do Brasil.
  • Sua fortuna foi estimada em R$ 119 bilhões

A família do banqueiro Joseph Safra, ex-mais rico do Brasil, morto no ano passado, está no Serasa, empresa de análise de crédito. Será que até uma das famílias mais ricas do Brasil está com o “nome sujo”? Claro que não. 

É que Joseph Safra possuía cerca de 0,2% da empresa. As informações são de reportagem da revista Veja.

A Serasa, controlada pela Experian, teve no ano passado um faturamento de quase R$3 bilhões.Uma reportagem da rede de notícias Bloomberg, especializada na análise das fortunas de bilionários, estima que o patrimônio da viúva e dos herdeiros de Joseph Safra chega a mais de R$80 bilhões.

Vicky Safra, que se casou com o banqueiro aos 17 anos, e os herdeiros do banqueiro bilionário agora controlam ativos que somam cerca de US$90 bilhões, ou R$448 bilhões. Além de bancos, segundo a Forbes, seus bens incluem o prédio Gherkin, em Londres, e um imóvel na Madison Avenue, em Nova York.Em 2020, pouco antes de sua morte, Safra foi colocado pela revista Forbes no topo da lista dos empresários mais ricos do Brasil, com uma fortuna estimada na época em R$ 119,08 bilhões.E Safra não ostentava apenas o título de “homem mais rico do Brasil”. Ele era também, de acordo com a Forbes, o banqueiro mais rico do mundo.Descendente de uma família de banqueiros da Síria, ele era dono não apenas do Banco Safra, o oitavo maior banco do Brasil, mas também do J. Safra Sarasin, na Suíça, um banco criado em 2013 a partir de uma fusão. Agora, todos esses ativos ficam sob controle da viúva e herdeiros.

ABL SISTEM APÓS SER EXPLUSA DO DETRAN DO PARANÁ GANHA CREDENCIAMENTO NO DETRAN DO RIO DE JANEIRO, SEM NUNCA TER PRESTADO O SERVIÇO! SERÁ QUE TEM ROLO???

TCE-PR multa ex-diretores do Detran por irregularidades na execução de contrato.

O Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) julgou procedente Tomada de Contas Extraordinária relativa à execução do Contrato nº 23/2013, firmado entre o Departamento de Trânsito do Estado do Paraná (Detran-PR) e a empresa ABL System. O documento visava ao fornecimento de solução integrada de atenção ao usuário, abrangendo central telefônica de atendimento e serviços de atendimento remoto (totens), de TV digital e de envio de mensagens SMS inteligentes.

O processo teve origem em Comunicação de Irregularidade feita pela Segunda Inspetoria de Controle Externo (2ª ICE) do TCE-PR, na qual foram apontados a ineficácia do serviço de TV digital oferecido pela contratada, a alteração irregular do objeto do contrato e o pagamento de locação de totens que se encontravam inoperantes. Como resultado, quatro ex-diretores do órgão, bem como o então responsável pela gestão e fiscalização do contrato, foram multados.

Devido à contratação de solução ineficiente de TV digital e ao pagamento por serviços não previstos no edital de licitação, o ex-diretor-geral do Detran Marcos Elias Traad da Silva recebeu multa proporcional de R$ 761.600,00, correspondente a 20% sobre o dano apurado, que totalizou R$ 3.808.000,00.

Por sua vez, em razão da contratação de totens que não apresentavam condições operacionais, o ex-diretor administrativo e financeiro do órgão Ivaldo Pedro Patrício foi multado proporcionalmente em R$ 112.438,10, quantia que corresponde a 10% sobre o dano apurado, o qual somou R$ 1.124.381,00. Os valores dos danos devem ser corrigidos monetariamente quando do trânsito em julgado do processo.

Já os ex-diretores técnicos e de desenvolvimento Hugo Fioravanti Seleme Collodel e Marco Aurélio Araújo Barbosa foram sancionados em R$ 4.154,00 cada, em função de terem permitido a perpetuação das irregularidades verificadas. Multa do mesmo valor foi aplicada ao servidor Rafael Demétrio Benvenutti, tendo como fundamento sua atuação ineficiente como gestor e fiscal do contrato.

As sanções estão previstas nos artigos 87, inciso IV, e 89, parágrafo 2º, da Lei Orgânica do TCE-PR (Lei Complementar Estadual nº 113/2005). A multa de R$ 4.154,00 – válidos para pagamento em junho – corresponde a 40 vezes o valor da Unidade Padrão Fiscal do Estado do Paraná (UPF-PR). O indexador, que tem atualização mensal, vale R$ 103,85 neste mês.

Decisão

Em seu voto, o relator do processo, conselheiro Artagão de Mattos Leão, corroborou o opinativo técnico da 2ª ICE e o parecer do Ministério Público de Contas do Estado do Paraná (MPC-PR), que se manifestaram pela irregularidade das contas com a aplicação de multas aos responsáveis.

Para ele, o baixo número de acessos à solução de TV digital contratada pelo Detran – em média, 158 por mês – não justificou o dispêndio de R$ 143.647,56 mensais. Conforme os cálculos dos técnicos do TCE-PR, cada acesso ao sistema, que oferecia ao usuário todas as informações referentes a seus veículos e habilitação através da televisão, custou R$ 909,00 ao tesouro do Estado do Paraná.

O conselheiro também entendeu que houve alteração do objeto do contrato, por meio de termo aditivo, realizada fora das hipóteses previstas em lei. O relator considerou que a falha atentou contra os princípios da vinculação ao instrumento convocatório, do procedimento formal, da legalidade, da isonomia e da competitividade. No caso, o serviço inicialmente licitado, destinado a plataformas de TV digital, foi ampliado para abranger também soluções para dispositivos móveis, como smartphones e tablets.

Finalmente, Artagão defendeu que, em relação à remuneração do serviço de atendimento remoto via totens, realizado a despeito da falta de condições operacionais dos equipamentos, “salta aos olhos a conduta do Detran, emitindo atestado de regularidade do serviço prestado e efetivando seu integral pagamento, restando clara a falta de zelo para com o dinheiro público”.

A proposta do relator foi aprovada, por maioria de votos, na sessão do Tribunal Pleno realizada em 27 de fevereiro. Respectivamente em 31 de maio e 3 de junho, Marcos Elias Traad da Silva e Ivaldo Pedro Patrício ingressaram com Embargos de Declaração, questionando pontos do Acórdão nº 414/19 – Tribunal Pleno, veiculado na edição nº 2.067 do Diário Eletrônico do TCE-PR (DETC).

Com relatoria do conselheiro Artagão de Mattos Leão, os recursos serão julgados pelo Pleno do Tribunal e, enquanto os processos tramitam, fica suspensa da execução das multas impostas na decisão original.

Serviço

Processo nº:876435/17
Acórdão nº:414/19 – Tribunal Pleno
Assunto:Tomada de Contas Extraordinária
Entidade:Departamento de Trânsito do Estado do Paraná
Interessados:Hugo Fioravanti Seleme Collodel, Ivaldo Pedro Patrício, Marco Aurélio Araújo Barbosa, Marcos Elias Traad da Silva e Rafael Demétrio Benvenutti
Relator:Conselheiro Artagão de Mattos Leão

ALIAS TECNOLOGIA – NEOCONSIG – FERNANDO WEIGERT & RAFAEL CANDELOT

Empresários ligados em Operações de Controle dos empréstimos Consignados se unem agora aos Registros de Contratos, Rafael Candelot e seu sócio Fernando Weigert entraram de cabeça nos Registros de Contratos, as duas peças já conhecidas em operações suspeitas nos Estados do Pará, Alagoas, Goias , Santa Catarina  e Rio de Janeiro na operação de Controle de Consignado, onde os MPs desses estados e o MPF/Lava Jato já está de olho na dupla, Há poucos meses atras perderem  uma boca fantástica no Detran do Paraná onde seu sócio local o Secretário de Estado Eduardo Bekin vulgo “judeu” colocou a empresa Alias Tecnologia dentro da CELEPAR para operar sem concorrência os Registros, de que forma? Somente pelo uso do sistema de Registros que seria locado a empresa do governo do Paraná.

Alias Tecnologia como já informamos aqui, ate Atestado falso utilizou para entrar nesse mercado, vejam também que numa rasa consulta ao Google achamos diversas SCPs nos locais onde os empresários começam suas operações, para que isso? Pergunta que não cala. Também já levantamos inclusive contas em nome da Alias e seus sócios no Panamá, Porém, algumas instituições financeiras estão quebrando paradigmas de Compliance e rendendo-se as falácias da empresa Alias Tecnologia e seus sócios, em troca de benefícios financeiros suspeitos, vejam Senhores, que Dr. Rafael Candelot é investigado na Lava Jato do Amapá, onde é Suspeito de intermediar Recursos da Odebrecht para a campanha a prefeitura de Macapá AP.

DETRAN RJ & MONTREAL estão em apuros com Registro de contratos!

Há muito tempo a Montreal é dona dos serviços de TI do DETRAN RJ e para abocanhar mais um pouco resolveu confeccionar um atestado técnico para poder participar do Credenciamento para os registros dos Contratos, ocorre que, a Montreal somente prestou serviços relacionados a TI (suporte técnico) do DETRAN e jamais prestou tal serviço de Registro de Contratos, e hj fatura muito junto ao DETRAN RJ, aproximadamente 70% dos Contratos de financiamento de veículos estão nas mãos da Montreal.

Dirigentes do órgão descobriram a fraude e querem mudar até a portaria para um novo credenciamento, sabe-se também que o TCE RJ também está a caça da Montreal.

Registro de contratos de financiamentos de veículos pelo Detran é suspenso pelo TCE.

O Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR) iniciaria nesta sexta-feira (19) o serviço próprio de registro de contratos de financiamento de veículos, após passados os 90 dias da sanção da lei estadual que instituiu a taxa de registro, permitindo que o Detran assumisse os registros, sem a necessidade de da terceirização do serviço, que movimenta cerca de R$ 1 milhão por dia no estado e foi alvo de disputas judiciais e operações policiais. Mas, na noite de quinta-feira (18) uma liminar do Tribunal de Contas do Estado determinou que o Detran suspenda a alteração da forma de prestação do serviço.

Em nota à coluna, Detran informa que “iniciaria a operação do Registro Eletrônico de Contratos de Financiamento de Veículos, conforme Lei nº 20.437/2020, que determina a redução em 50% do valor cobrado pelo serviço, a partir desta sexta-feira, 19. No entanto, na noite de hoje, 18, fomos notificados pelo Conselheiro Ivan Lelis Bonilha do Tribunal de Contas do Paraná (TCE), que, em favor da empresa Tecnobank Tecnologia Bancária S.A., concedeu medida cautelar que impede o DetranPR de assumir a operacionalização do serviço e, logo, impede a incidência da nova taxa. O preço para registros de contratos em operações financeiras, consórcio, arrendamento mercantil, reserva de domínio ou penhor passaria dos atuais R$ 350,00 para R$ 173,37. O Detran-PR, visando defender o interesse público, irá recorrer desta decisão e passará a praticar o novo valor da taxa quando não estiver legalmente impedido de dar efetivo cumprimento à legislação vigente”.

B3 ESTA COM MEDO DE PERDER SNG E REGISTROS!!! SEU DIRETOR MARCOS VANDERLEI NÃO CONSEGUE DORMIR NOS ÚLTIMOS DIAS!!!

Bancos temem brechas em regra de registro de veículos!!!

Uma resolução publicada na véspera de Natal pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) sobre o registro de veículos financiados despertou a reação dos bancos, que veem na medida brechas para aumento de custos e corrupção. Diante da insegurança, as instituições financeiras cogitam a possibilidade de restringir essa linha de crédito em alguns Estados.

A Febraban, a B3 e a Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi) mandaram no dia 8 deste mês um ofício conjunto pedindo uma reunião com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, para discutir o assunto.

O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) é vinculado à pasta. O Valor Econômico teve acesso ao documento, que aponta o risco de “sensíveis impactos no mercado de financiamento de veículos” e levanta “preocupações” com a constitucionalidade da nova regra. Ainda não houve resposta do ministério ao pedido.

A resolução Contran 807, que entrou em vigor no dia 1º, mudou o trâmite para o registro de um veículo financiado. O modelo tem questões que, no limite, podem levar os bancos a deixar de oferecer essa linha em alguns Estados, dizem executivos do setor, sob condição de anonimato.

Quando se vende um veículo de forma parcelada, é feita a alienação fiduciária do ativo até que todas as prestações sejam quitadas. Para mitigar o risco de fraudes, é preciso registrar e disparar a todos os Detrans a informação de que aquele automóvel está sujeito a um contrato de financiamento.

Esse processo é feito em duas etapas. A primeira é chamada de apontamento ou pré-gravame e historicamente é realizada pela B3 — a nova regra confirma que essa operação tem de ser feita por entidade autorizada pelo Banco Central .A bolsa é contratada pelas instituições financeiras como um repositório centralizado de dados sobre os contratos de crédito.

A segunda fase, que configura o registro do contrato, se dá nos próprios departamentos estaduais de trânsito. É nesse ponto que a resolução tem fragilidades, segundo as instituições financeiras. O texto diz que os Detrans podem fazer o registro diretamente ou contratar empresas para prestar o serviço. A seleção das companhias é feita por processo de credenciamento (e não de licitação) com critérios a serem definidos pelos próprios órgãos.

A resolução proíbe que as próprias instituições financeiras ou que registradoras autorizadas pelo BC — caso da própria B3 — atuem no registro definitivo.

O pagamento do serviço de registro cabe aos bancos que concedem o financiamento e tem de ser feito diretamente às registradoras, e aos órgãos estaduais. O recurso, portanto, não passa pelo Orçamento público. Na visão de um executivo de grande instituição financeira, há chances de algumas empresas serem barradas nas áreas de compliance, o que significa que não será possível conceder crédito a clientes desses Estados.

Isso poderá acontecer caso o Detran em questão trabalhe apenas com uma registradora credenciada — o número de empresas fica a critério do órgão, e alguns optam por ter só uma. “Os Detrans podem estabelecer qualquer critério para selecionar as registradoras. Não há nenhuma garantia de que o credenciamento não será direcionado”, diz outra fonte do setor. “É uma relação não transparente.”

O temor não vem apenas do que os bancos consideram uma lacuna jurídica na resolução, mas também de uma desconfiança de longa data sobre algumas registradoras e o relacionamento que mantêm com políticos.

Em agosto, o Ministério Público do Paraná denunciou 11 pessoas na Operação Taxa Alta, que investiga um esquema de corrupção no registro do financiamento de veículos no Estado. Entre os réus estão os irmãos Pantazi, de Brasília, donos da registradora Infosolo e servidores do Detran. Na ocasião, a Infosolo afirmou ao G1 que a denúncia “traz finalmente aos investigados a oportunidade de exercer seus direitos constitucionais de contraditório e ampla defesa, após mais de um ano de investigações e acusações por parte do parquet”.

Outra queixa das instituições financeiras é que, com as mudanças, cabe a elas pegar de volta as informações do apontamento e repassá-las para as companhias que farão o registro definitivo. A B3 não pode simplesmente enviar o arquivo aos Detrans. Com isso, os bancos terão de manter um sistema para cada Estado, para mandar os dados sobre um veículo financiado a todos.

Há ainda preocupações com o preço que será cobrado pelas registradoras, uma vez que a norma não estabelece parâmetros. No ano passado, ainda sob a regra anterior, as cifras oscilavam bastante. Segundo tabela à qual o Valor teve acesso, o maior preço era cobrado por uma registradora no Tocantins, de R$ 391,19 para cada contrato de financiamento.

As registradoras também passarão a ser responsáveis por dar baixa no gravame do veículo quando o crédito é quitado. “Não sabemos quanto vão cobrar”, afirma um executivo de banco.

Para a Febraban, a resolução traz alguns avanços, como a extinção de criação do Registro Nacional de Gravames (Renagrav) e a exigência de que as empresas responsáveis pelo apontamento sejam empresas autorizadas pelo BC a atuar em atividades de registro ou central depositária.

No entanto, a entidade critica a possibilidade de os Detrans terceirizarem o registro, o que permitiria reduzir custos para o cliente final. Também diz que o pagamento deveria ser feito diretamente aos Detrans e considera negativa a proibição de uma mesma empresa fazer o registro do gravame e do contrato.

Em nota ao Valor, o Ministério da Infraestrutura diz que “cabe aos bancos, através de regras rígidas e transparentes de compliance, selecionar empresas idôneas para realizarem o registro de financiamento de automóveis”. De acordo com a pasta, o papel dos Detrans com o credenciamento das registradoras é impedir que haja monopólio e estabelecer condições para que haja competição, e a resolução do Constran busca assegurar esses princípios, “favoráveis aos consumidores”.

O ministério destaca ainda que um anexo da resolução estabelece critérios para o credenciamento, que exige habilitação jurídica, fiscal e trabalhista, qualificações econômico-financeiras e técnicas, e atenção à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) e a programas de compliance.

“O credenciamento está previsto na lei de licitações na qualidade de inexigibilidade. Essa sistemática pressupõe a pluralidade de interessados e a indeterminação do número exato de prestadores suficientes para a adequada prestação do serviço e adequado atendimento do interesse público, de forma que quanto mais empresas atenderem aos requisitos e tiverem interesse na execução do objeto, melhor será atendido o interesse público”, afirma.

A B3 diz, também por meio de nota, que está “avaliando medidas e impactos sobre sua atual prestação de serviços para esse setor à luz da nova regulamentação”. (do Valor Econômico)