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Justiça manda prender empresário Eduardo Pedrosa por não pagar pensão

O empresário Eduardo Pedrosa está com uma dívida de R$ 76,1 mil por não pagar a pensão alimentícia a dois filhos de 7 e 10 anos

Fotografia colorida de homem com camisa preta

Matheus Veloso/Especial Metrópoles

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) determinou, na quinta-feira (28/4), a prisão do empresário Eduardo Pedrosa por não pagar pensão alimentícia de dois filhos de 7 e 10 anos.

A coluna apurou que Eduardo Pedrosa estaria devendo a pensão desde outubro de 2021, apesar de ostentar uma vida de luxo nas redes sociais. No mês passado, a dívida estava em R$ 76,1 mil, valor que deve ser atualizado no momento do pagamento.

Eduardo Pedrosa tem cinco filhos, fruto de dois relacionamentos. Um deles é o deputado distrital que tem o mesmo nome do pai, Eduardo Pedrosa (União Brasil). O empresário é irmão da ex-deputada distrital Eliana Pedrosa.

O TJDFT determinou a prisão do empresário pelo prazo de 30 dias ou até que pague a dívida da pensão alimentícia.

Esta não é a primeira vez que a Justiça determina a prisão do empresário por não quitar a pensão alimentícia. Em 2015, Eduardo Pedrosa ficou preso na carceragem do Departamento de Polícia Especializada (DPE), mas foi solto no mesmo dia após pagar o que devia.

O outro lado

À coluna, Pedrosa disse que, antes mesmo da decisão de prisão, pediu a revisão do valor da pensão que hoje é de cinco salários mínimos por filho. O empresário ainda paga a escola particular e o plano de saúde das crianças.

Também antes da determinação da prisão, Pedrosa colocou à disposição um bem de seu patrimônio com valor maior do que a dívida para quitá-la.

Confira a nota na íntegra:

“A juíza natural do caso, que tem todas as informações, não concedeu o pedido. Esperaram a juíza substituta assumir para pedir a prisão, o que é um absurdo. A empresa que tenho está sob gestão de minha ex-companheira, apesar de sermos sócios meio a meio.

Depois da separação, nunca tive mais nenhuma retirada ou prestação de contas – isso, inclusive, está judicializado em ação própria. O que eu e minha atual esposa sofremos é uma perseguição dos nossos ex-companheiros, com extrema dor de cotovelo e conduzidos por raiva e maldade por não terem superado. Estou em viagem a trabalho e não tenho intenção em descumprir decisão judicial que só tive notícias pela imprensa, o que também é muito estranho. Vou me inteirar da decisão e entrar com medidas para restabelecer a verdade”

Fonte: Metrópoles