Governo Cida Borghetti. Leopoldo Floriano Fiewski Junior, o “faz tudo” de Ricardo Barros, deverá assumir o Detran

O gazeteiro Angelo Rigon informa que Leopoldo Floriano Fiewski Junior, que foi secretário de Silvio Barros e Carlos Roberto Pupin, deverá ser o diretor do Detran-PR na gestão de 9 meses de Cida Borghetti.

Segundo o jornalista mais lido de Maringá, Leopoldo Fiewski, que começou como funcionário de Silvio Barros, foi peça importante nas administrações do Partido Progressista em Maringá. Cuidou de todos os grandes ‘eventos’ que interessavam à administração, incluindo assuntos fora de sua alçada. É considerado o braço direito, o homem de confiança dos Fratelli Barros. Foi com Leopoldo que Ricardo Barros, na prática o governador do Paraná a partir de sexta-feira, teve uma famosa conversa da decisão salomônica no governo do irmão mais novo, seis anos atrás.

É oportuno ouvir a gravação

Polícia prende sócios da OXXY empresa de sistema de vistorias e a SANPERES vistoriadora de veículos por fraude em licitação no DETRAN-GO, os desvios chegam a R$ 110 milhões.

Batizada de ‘Cegueira Deliberada’, ação cumpre mais de 60 mandados de prisão e busca e apreensão em Goiás, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal. Entre os presos está o presidente da companhia.

A Polícia Civil deflagrou nesta quinta-feira (7) uma operação que apura fraude em licitação e desvios de recursos públicos em contratos feitos pelo Departamento Estadual de Trânsito de Goiás (Detran-GO). Além de Goiás, a ação acontece simultaneamente em São Paulo, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal. São cumpridos 62 mandados judiciais, sendo sete de prisão e 55 de busca e apreensão.

De acordo com o governo do estado, os desvios no período entre 2015 e fevereiro deste ano, período em que compreende a investigação, chegam a R$ 110 milhões por meio de superfaturamento. O contrato que motivou a operação, batizada de “Cegueira Deliberada”, é o celebrado com a empresa Sanperes, para realização de serviços de vistoria veicular. O presidente da companhia foi preso.

Em nota, o Detran-GO informou que apoia e vem colaborando com a Policia Civil e Secretaria de Segurança Pública de Goiás (SSP-GO) na investigação que envolve a operação.

A OXXY SANPERES também é acusada no estado do Mato Grosso do Sul de FRAUDE A LICITAÇÃO: A Assovis-MS (Associação das Empresas de Vistorias do Estado de Mato Grosso do Sul) entrou com pedido de ingresso na ação civil pública que investiga suposto esquema de favorecimento, pelo Detran-MS, à empresa Oxxy.Net Comércio, Consultoria e Desenvolvimento de Software LTDA, que fornece o sistema necessário para a realização de vistorias veiculares pelas ECV (Empresas Credenciadas de Vistoria). CLICK PARA VER OS DETALHES.

O sistema da empresa OXXY já é investigado pelo DETRAN-SP desde de 2018, o sistema deixa brechas para que empresas de vistoria veicular (ECVs) possam burlar a lei e aprovar veículos sem condições de trafegabilidade descumprindo as normas do CONTRAN – CONSELHO NACIONAL DE TRANSITO como mostra a matéria da TV RECORD: CLICK AQUI PARA VER OS DETALHES.

A OXXY empresa de tecnologia em vistoria veícular sediada no centro de São Paulo, que fornece o sistema de vistoria para a SANPERES, também é investigada pela POLICIA FEDERAL por desvios na conta de 5 bilhões de reais junto ao MINISTÉRIO DAS CIDADES E DENATRAN. CLICK PARA VER OS DETALHES.

Esse BLOG esta de OLHO em qualquer FRAUDE JUNTO AOS DETRANS, se tiver alguma DENUNCIA, nos procure.

Gaeco cumpre mandados de prisão em investigação de contrato do Detran

O Ministério Público do Paraná (MPPR), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), cumpre na manhã desta quarta-feira (20) cinco mandados de prisão temporária e sete mandados de busca e apreensão dentro da Operação Taxa Alta, que apura suposto direcionamento de procedimento efetivado em 2018 pelo Departamento de Trânsito (Detran) do Paraná. O processo destinava-se ao credenciamento de empresas responsáveis pelo registro eletrônico de contratos de financiamentos de veículos com cláusulas restritivas à venda (anotações de alienação fiduciária, arrendamento, reserva de domínio ou penhor).

São alvos dos mandados, expedidos pela 12ª Vara Criminal de Curitiba, o ex diretor-geral do Detran à época dos fatos, três servidores comissionados que atuavam no órgão no mesmo período e um ex-assessor da Governadoria do Estado. As buscas estão sendo realizadas em residências em Curitiba, Maringá e Brasília, além da sede de uma empresa também em Brasília.

Manipulação – As investigações referem-se ao procedimento de credenciamento 001/2018 do Detran, que foi concretizado em agosto de 2018. Segundo as investigações do Gaeco, o processo foi manipulado de modo a beneficiar uma das vencedoras – um dos servidores com mandado de prisão expedido já havia sido, inclusive, preposto de outra firma pertencente ao sócio-diretor da empresa beneficiada.

A empresa investigada faturou, entre novembro de 2018 e junho de 2019, cerca de R$ 77 milhões. Ela realizou pedido de credenciamento para o serviço 24 horas após a publicação do edital e, por um período, praticamente monopolizou a atividade, em razão de ter sido beneficiada no início e ter atuado de modo exclusivo.

Um aspecto relevante é que o preço atualmente cobrado pelo serviço (que recai sobre os adquirentes de veículos financiados) é de R$ 350. Entretanto, antes do credenciamento, os custos eram de cerca de R$ 150. (Do MPPR).

Corruptores agindo no Detran do RS “WTJ TECNOLOGIA LTDA” R$3.000.000,00 PROPINA OFERECIDA…

Lógico que o Palácio do Governo do RS recusou se, os Corruptores da WTJ, parecem que são novos no mercado, porém mais sujos que pau de galinheiro, que banco fará registro com empresas onde os sócios têm ações de busca e apreensão por mais de um banco, hj no momento atual qualquer empresa de fundo de quintal acha que pode fazer Registro de Contrato essa WTJ é mais uma delas…

Senhores, apesar da expressa proibição da resolução 689 do Denatran a B3 CETIP continuam a fazer e Operar os registros de Contratos nos Detrans do Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Espírito Santo, Acre e DF, advogados de Brasilia estão preparando uma representação junto ao Denatran a fim de acabar com essa farra e a do Gravame também, acabar com esses monopólios patrocinados pela ACREFI E Febraban, uma vez que além da B3 CETIP ainda agora empurram guela abaixo o SERASA que mantém uma relação PROMISCUA e INCESTUOSA com. As instituições financeiras. Em breve mais detalhes.

OPERAÇÃO REALIZADA PELA POLICIA FEDERAL PRENDE NOVAMENTE ALFREDO MOREIRA SÓCIO DA ARQ DIGITAL REGISTRO DE CONTRATOS!!!

Operação da PF mira líder de Bolsonaro e faz buscas no Senado
Fatos investigados são da época em que Bezerra Coelho era ministro da Integração Nacional de Dilma

A Polícia Federal realiza na manhã desta quinta-feira (19) operação no Congresso, que tem como alvo o líder do governo de Jair Bolsonaro no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE). A PF também mira o deputado Fernando Coelho Filho (DEM-PE), filho do senador.


Os fatos investigados são da época em que Bezerra Coelho era ministro da Integração Nacional de Dilma Rousseff (PT). Um dos focos da investigação são as obras de transposição do rio São Francisco.


Os mandados de busca e apreensão são cumpridos nos gabinetes dos dois políticos, no Senado e na Câmara, com autorização do ministro Luís Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal).


A Polícia Legislativa bloqueou os acessos aos gabinetes na Câmara e no Senado para a ação da PF. Os agentes estão dentro das salas.


O inquérito apura desvio de dinheiro público de obras na região Nordeste, envolvendo os parlamentares e quatro empresas, entre elas a OAS. A operação foi batizada como Desintegração.


São 52 mandados de busca e apreensão. Além de Brasília e do Recife, os mandados são cumpridos em Petrolina (PE), além dos estados de Alagoas, Bahia, Santa Catarina, Ceará, Paraíba e São Paulo. A investigação envolve delações premiadas de doleiros e empresários.


Segundo informações do inquérito, a suspeita é de que dinheiro de contratos superfaturados ou fictícios de obras vinculadas ao Ministério da Integração Nacional tenha sido desviado para campanhas dos políticos.


Instaurada em 2017, a investigação teve início com a delação premiada de dois empresários presos na operação Turbulência. Deflagrada em 2016, a ação prendeu donos do avião que caiu com o ex-governador pernambucano Eduardo Campos.


Os colaboradores disseram em depoimento que pagaram propina ao senador Fernando Bezerra Coelho e ao filho entre 2012 e 2014. Os depósitos foram feitos, segundo os delatores, por empreiteiras que estavam fazendo obras relacionadas com o ministério da Integração Nacional.


De acordo com a investigação, a suspeita é de que recursos envolvendo a transposição do Rio São Francisco e o canal do Sertão foram desviados. Ainda segundo informações do inquérito, dívidas pessoais dos parlamentares foram pagas por empresas.


Executivos da OAS também falaram sobre o assunto em acordo de delação premiada, homologado pelo STF na semana passada. As outras empresas envolvidas são a Constremac, Barbosa Mello e S.A Paulista.


Procurado, o advogado do senador, André Callegari, afirmou que “causa estranheza à defesa que medidas cautelares sejam decretadas em razão de fatos pretéritos que não guardam qualquer razão de contemporaneidade com o objeto da investigação”.


“A única justificativa do pedido seria em razão da atuação política e combativa do senador contra determinados interesses dos órgãos de persecução penal”, completou.


A transposição é a maior obra hídrica do Brasil. O eixo leste foi inaugurado às pressas e, o norte segue sem previsão para conclusão. O orçamento inicial de toda a obra saltou de R$ 4,5 bilhões para R$ 12 bilhões.


A obra, sempre apontada como a redenção do Nordeste a partir do beneficiamento de 12 milhões de pessoas e do impulsionamento de um novo modelo econômico, hoje apresenta sinais visíveis de deterioração, como mostrou o jornal Folha de S.Paulo em reportagem no início deste mês: paredes de concreto rachadas, estações de bombeamento paralisadas, barreiras de proteção rompidas, sistema de drenagem obstruído e assoreamento do canal em alguns trechos.


Devido aos atropelos gerados pela conveniência do prazo político, o empreendimento hídrico não suportou entrar em funcionamento antes do tempo. Foi inaugurado sem nem sequer ter a drenagem completamente executada e o sistema operacional de controle implantado.


O eixo leste, que corta Pernambuco e Paraíba, foi inaugurado às pressas pelo ex-presidente Michel Temer (MDB), em março de 2017, e logo em seguida, de maneira simbólica, pelo petistas Lula e Dilma Rousseff. A água sumiu há cinco meses e parte da região, que vislumbrou o fim da indústria da seca, continua sendo abastecida por carros-pipas.


Em vários pontos da obra, que entrou recentemente por decreto na lista de possíveis privatizações do presidente Jair Bolsonaro (PSL), as rachaduras são visíveis.


Em alguns trechos, a parede de concreto do canal não existe mais. É terra mesmo. A manta de impermeabilização, que impede que a água infiltre para evitar um rompimento, fica desprotegida.


O abandono é tamanho que as estradas de manutenção que margeiam todo o canal, essenciais para resolução de problemas ao longo da obra, têm vários pontos com acessos bloqueados. Em alguns deles, o mato e os entulhos tomaram conta e impedem a passagem dos veículos.


Não há nem sequer funcionários nas estações de bombeamento e nos imóveis construídos nas barragens nas proximidades das comportas. Está tudo vazio. A impressão é a de que a obra foi largada no meio do caminho. Para evitar roubo, as empresas que trabalhavam no local retiraram os equipamentos.


Um laudo técnico do Ministério Público Federal em Monteiro, emitido em julho passado, aponta rachaduras no revestimento de concreto de mais de 1,5 centímetro de espessura.