GREGOS EGÍPCIOS TENTAM A QUALQUER CUSTO LUDIBRIAR O POVO DO PARANÁ, COISA QUE O PAI DOS GREGOS JA HAVIA FEITO.

Um relatório da 5ª Inspetoria de Controle Externo do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) apontou que houve direcionamento em um edital do Departamento Estadual de Trânsito do Paraná (Detran-PR) para credenciar empresas que fazem o registro dos financiamentos automotivos no estado – o gravame.

O documento diz que a seleção das empresas, aberta em agosto de 2018, beneficiou a Infosolo Informática. Segundo o relatório do TCE, o direcionamento fez com que a empresa dominasse o mercado e a taxa de registro ficasse mais cara no estado.

De acordo com o comunicado de irregularidade, assinado pelo inspetor do tribunal Mauro Munhoz, o processo de credenciamento da Infosolo foi mais rápido do que as outras empresas que participaram do edital, o que fez com que a empresa fosse a única prestadora do serviço no estado por dez dias.

O comunicado aponta que o Detran levou apenas quatro dias para avaliar a documentação apresentada pela Infosolo. As avaliações das outras empresas demoraram de 17 a 58 dias, segundo o documento.

“O êxito em operar sozinha nos primeiros dias certamente causou reflexos durante toda a execução do objeto do edital”, diz trecho do relatório.

De acordo com a investigação, de outubro de 2018 a março de 2019, a Infosolo realizou 96% dos registros de financiamento no Paraná.

Gravame

Quando um consumidor compra um carro novo ou usado no Paraná, e financia a dívida, ele paga uma taxa de R$ 350, que, geralmente, é diluída nas parcelas do financiamento. Isso é o gravame.

O banco ou financeira que emprestam o dinheiro precisam fazer o registro do contrato de financiamento. A medida impede, por exemplo, que o veículo – que está financiado – passe por um novo financiamento antes da quitação da dívida existente.

Taxa

O relatório do TCE-PR também indica que não há embasamento técnico para a definição do valor da taxa, que é de R$ 350.

O atual governo chegou a lançar neste ano um novo edital para credenciamento de novas empresas responsáveis pelo gravame. As escolhidas poderiam cobrar, no máximo, R$ 143 pelo serviço.

O edital foi barrado pela Justiça após um pedido da Infosolo. Com isso, o processo está suspenso.

Ainda segundo o relatório, se o valor da taxa fosse o que pretende o atual governo, os paranaenses que compraram carros financiados nos últimos sete meses teriam deixado de gastar juntos R$ 63 milhões.

O relatório será analisado pelos conselheiros do TCE-PR. “Estamos colocando a nulidade. Se o tribunal entender isso. O Detran tem que tomar as providências para o mais rápido possível encerrar esse credenciamento e abrir uma nova forma de fazer. O credenciamento não é a única maneira”, explica o inspetor do TCE-PR.

O que dizem os citados

O Detran informou que está recorrendo da liminar que suspendeu o edital do atual governo que prevê o valor mais barato para o gravame e disse que o Ministério Público está investigando as ações que determinaram o edital de credenciamento de 2018.

Em nota, a Infosolo negou que tenha participado de qualquer ato irregular, disse que apresentou os documentos necessários e que foi credenciada depois do processamento feito pelo Detran.

A assessoria da ex-governadora Cida Borghethi afirmou que não houve irregularidade no processo e que a licitação segue determinação do Conselho Nacional de Trânsito (CNT).

Fonte: https://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2019/07/17/relatorio-do-tce-pr-aponta-direcionamento-em-edital-do-detran-para-credenciar-empresas-de-registro-de-financiamento.ghtml

AUDITORIA DO TCE-PR SUSPENDE EDITAL E EXPULSA INFOSOLO DO PARANÁ

GREGOS EGÍPCIOS E DANI BOI ESTÃO EM POLVOROSA

Uma espécie de máfia que se reuniu para direcionar uma licitação no Detran-PR, favorecer uma única empresa e fazê-la faturar mais de 108 milhões de reais em apenas um ano às custas do consumidor. Essa é a principal conclusão de uma auditoria técnica independente realizada pela 5ª Inspetoria de Controle Externo do Tribunal de Contas do Estado. 

Ao longo de 41 páginas detalhadas, o documento apontou irregularidades na condução do Edital 01/2018 do Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR) para o credenciamento de empresas para registro eletrônico dos contratos de financiamentos de veículos automotores com cláusula de alienação fiduciária, contratos de compra e venda com cláusula de reserva de domínio ou, ainda, contratos de arrendamento mercantil (leasing) ou de penhor de veículos. 

Até agora, seis empresas constam como aptas a fazer o registro dos contratos, mas uma delas, Infosolo Informática S.A. concentra hoje mais de 90% da demanda, faturando, em média, R$ 9 milhões por mês. A Infosolo cobra o teto dos paranaenses, que pagam muito mais caro que os habitantes de outros estados pelo registro da alienação fiduciária. Enquanto aqui, a taxa é de R$ 350, em São Paulo, custa um terço, R$ 116. Além disso, dos R$ 350 desembolsados pelos paranaenses, apenas R$ 87,50 vão para o Detran, enquanto R$ 262,50 são pagos à empresa prestadora do serviço.

A crítica de consumidores e revendedores de veículos paranaenses à concentração dos contratos com praticamente uma única empresa é antiga e teve seu ápice em outubro do ano passado, quando bancos e lojistas se recusaram a registrar financiamentos pela Infosolo e nenhum carro financiado foi vendido por lojas paranaenses durante 10 dias. Neste ano, o Detran lançou novo edital, estipulando o valor máximo do serviço em R$ 143,63. Mas uma liminar em favor da mesma Infosolo suspendeu o novo edital, mantendo em vigor as regras de credenciamento do ano passado. Apesar de outras seis empresas já estarem credenciadas, a Infosolo foi a responsável por mais de 90% dos contratos registrados no Paraná entre janeiro e abril deste ano (143 mil contratos, ante 6.370 da segunda empresa com maior volume).

Mas a irregularidade apontada agora pelo TCE é a respeito da forma como a Infosolo entrou no processo. Em Comunicação de Irregularidade assinada pelo coordenador-geral de fiscalização Mauro Munhoz, os auditores do TCE pedem ao conselheiro superintendente da inspetoria, Ivan Bonilha, não apenas a suspensão do edital, como a responsabilização dos gestores públicos envolvidos no credenciamento por favorecimento à Infosolo.

De acordo com a auditoria, as irregularidades no edital começaram já na formação da comissão de credenciamento, que, como apuraram os auditores, foi formada exclusivamente por funcionários comissionados do Detran – e que foram contratados dias antes da constituição da comissão.

O processo de credenciamento conduzido, então, por uma comissão irregular na visão dos auditores do TCE, também apresentou diversos indícios de direcionamento, cita o documento. O relatório aponta como estranho o fato de a Infosolo ter conseguido apresentar toda a documentação exigida no dia seguinte à abertura do edital (02 de agosto de 2018). O direcionamento, no entanto, ficou claro na velocidade com que os pedidos de credenciamento foram analisados. Enquanto toda a documentação da Infosolo foi analisada e aprovada em 16 dias, as outras sete empresas que buscaram o credenciamento esperaram mais de 50 dias para a primeira análise da documentação.

“Levando em consideração tais informações e conforme se demonstrará a seguir, a morosidade na avaliação inicial, ainda que desconsideradas as outras etapas de avaliação, postergou o prazo de conclusão dos pedidos de credenciamento, repercutindo de maneira clara no domínio do mercado por parte da empresa Infosolo”, conclui o relatório. Os auditores pedem, então, que o conselheiro Ivan Bonilha abra uma Tomada de Contas Extraordinárias, para ouvir os envolvidos, apontar responsabilidades e suspender o edital.

Presidente da comissão já atuou para sócios da Infosolo

Uma das revelações inéditas apontada pelos auditores do TCE é a participação ilegal do presidente da comissão de credenciamento no processo. Nomeado para o cargo comissionado “Assistente Técnico de Diretoria – Símbolo 1- C”, do quadro do DETRAN-PR apenas três dias antes da constituição da comissão de credenciamento que passou a presidir, Emerson Gomes já havia atuado como procurador da empresa Dismaf Distribuidora de Manufaturados Ltda em diversos processos licitatórios. A Dismaf teve como sócios, no período em que Gomes assinou como procurador da empresa, Alexandre Georges Pantazis e Basile Georges Pantazis, hoje sócios da Infosolo.

Relatório do TCE aponta direcionamento para Infosolo no Detran-PR.

Um relatório de 41 páginas assinado por sete servidores do Tribunal de Contas do Paraná derruba a falácia da Infosolo de que é vítima de perseguição na praça.

O documento, ao qual a Coluna teve acesso, aponta que foi montada espécie de máfia para dirigir o edital do DETRAN e direcionar o contrato para a Infosolo. A empresa cobra alto – mais que outros Estados – para registro de financiamento de veículos.

O relatório aponta que há “materialidade das irregularidades” em quatro anexos do calhamaço entregue à direção do TCE e ao Governo do Paraná. As falhas estão no Edital de Credenciamento n.º 001/2018 (protocolo n° 15.191.750-03) elaborado pelo DETRAN ano passado, que deu ganho à Infosolo.

Uma das irregularidades – e gritante! – indicadas é a celeridade da tramitação de avaliação e até a validação da Infosolo antes do prazo de 15 dias de expiração para a concorrência, enquanto outras empresas ainda se credenciavam.

Um personagem chamou a atenção dos técnicos do TCE. Emerson Gomes, que presidiu a comissão de licitação, já fora citado como preposto da Dismaf – dos mesmos donos da Infosolo – que chegou a ser investigada pela Polícia Federal no Mensalão do PT. Os técnicos aconselharam o TCE a cercar o grupo da licitação com multas e penalidades.

Fonte:https://jornaldebrasilia.com.br/blogs-e-colunas/esplanada/relatorio-do-tce-aponta-direcionamento-para-infosolo-no-detran-pr/

Empresa Infosolo nega irregularidades em edital das taxas de financiamento do Detran

A empresa Infosolo, que concentra 90% dos financiamentos de veículos no Paraná, negou qualquer irregularidade no processo de credenciamento para a prestação do serviço de registro de contratos de financiamento de veículos no estado.

A empresa cobra o teto da taxa previsto no edital que é de R$ 350. Deste valor, apenas R$ 87,50 vão para o Detran. Na última semana, a 5ª Inspetoria de Controle Externo do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) concluiu que houve irregularidades na condução do edital de 2018 do Detran.

Na visão dos auditores, o processo de credenciamento apresentou diversos indícios de direcionamento. Um deles é o fato de a Infosolo apresentar toda a documentação exigida no dia seguinte à abertura do edital.

O diretor jurídico da Infosolo, Ricardo Barreto, disse à reportagem da Rádio CBN Curitiba que a análise é descabida.

Outro ponto apontado pelos auditores do TCE, é que enquanto toda a documentação da Infosolo foi analisada e aprovada em 16 dias, as outras sete empresas que buscaram o credenciamento esperaram mais de 50 dias para a primeira análise da documentação.

A auditoria do TCE também destaca que os funcionários comissionados do Detran foram contratados dias antes da constituição da comissão de credenciamento. O presidente da Comissão, Emerson Gomes, já havia atuado como procurador de uma outra empresa em diversos processos licitatórios. A empresa teve como sócios, na época, dois acionistas da Infosolo.

A empresa nega a relação dos acionistas com qualquer integrante da comissão.

Fonte: cbncuritiba.com

Fraude no Detran-PR pode ter custado R$ 63 milhões aos contribuintes

No Maranhão continua a mesma coisa, Willer Tomás e o senador amigo continuam mantendo a empresa Infosolo. 👀👀

Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) identificou indícios de fraude em um edital elaborado pelo Detran-PR (Departamento de Trânsito do Paraná). Auditores do órgão pedem a suspensão do credenciamento das empresas autorizadas no ano passado a fazer o registro eletrônico dos contratos de financiamento de veículos no estado.

A 5.ª Inspetoria de Controle Externo do TCE-PR chegou à conclusão que a empresa Infosolo foi beneficiada indevidamente. Os erros cometidos pelo Detran-PR, segundo os auditores, causaram um impacto de aproximadamente R$ 63 milhões. O montante é referente ao valor que foi cobrado a mais dos contribuintes que precisaram registrar financiamentos entre novembro de 2018 e junho de 2019.

De acordo com o Tribunal de Contas, o edital 001/2018 foi direcionado à Infosolo. Para sustentar tal conclusão, os auditores dividem a análise em seis irregularidades no processo de credenciamento: descumprimento do prazo de publicidade; prazo de protocolo; definição do preço público; desatendimento ao princípio da isonomia; publicidade do Manual de Integração; e composição da Comissão de Credenciamento.

Fraude e superfaturamento

Com a publicação do edital 001/2018 pelo Detran-PR, os paranaenses passaram a pagar uma taxa mínima de R$ 350,00 pelo registro eletrônico de financiamento de veículos. Deste total, apenas R$ 87,50 são destinados ao departamento; o restante (R$ 262,50) é embolsado pelas empresas que prestam o serviço.

Um novo edital publicado em 2019 corrigiu o valor máximo que poderia ser cobrado para o registro de financiamento no Paraná: R$ 143,63. O novo cálculo levou o TCE-PR a apontar que houve um superfaturamento de 144% no preço cobrado aos motoristas.

Segundo o órgão de controle, de novembro/18 a junho/19 foram realizados 305.989 registros de financiamento no Paraná, ao custo de R$ 350,00 cada, totalizando R$ 107.096.150,00. Se o valor cobrado por registro fosse, no máximo, R$ R$ 143,63 (como determina o edital de 2019), o valor arrecadado no período seria R$ 43.949.200,07. A diferença paga pelos contribuintes foi calculada em R$ 63.146.949,93.

O edital 001/2019 é contestado judicialmente. O Tribunal de Justiça (TJ-PR) concedeu uma mandado de segurança à Infosolo, em caráter liminar, suspendendo o credenciamento de novas empresas e a redução no valor do registro.

Isonomia é contestada pelo TCE

Os auditores do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PR) afirmam que o Detran-PR não respeitou o princípio da isonomia aos concorrentes. Segundo os técnicos do órgão de controle, a Infosolo teve a documentação avaliada em uma velocidade que não foi aplicada às concorrentes, e isso seria parte da fraude. Ao todo, nove empresas apresentaram propostas.

A Infosolo foi a primeira a protocolizar a documentação, no dia 3 de agosto. Quatro dias depois (09/08/2018) a proposta começou a ser avaliada pelo Detran-PR. A empresa I9 Tecnologia apresentou a proposta no dia 06/08 e teve a primeira avaliação realizada 17 dias depois (23/08). As demais empresas protocolaram entre os dias 10 e 22 de agosto — mas a primeira avaliação documental demorou entre 43 e 58 dias.

Segundo a avaliação da 5.ª Inspetoria de Controle Externo do TCE-PR, a demora em credenciar outras empresas resultou em uma vantagem à Infosolo, que praticamente monopolizou o mercado. Mesmo com seis empresas autorizadas a realizar o serviço de registro eletrônico de financiamento, a Infosolo foi responsável, em média, por 96,39% das operações no período de novembro/18 a junho/19.

Desde então, a empresa radicada em Brasília embolsa uma quantia mensal de R$ 12 milhões a R$ 14 milhões. O valor é quatro vezes maior do que o próprio Detran-PR recolhe com os registros de financiamento. No mesmo período, segundo o TCE, o departamento embolsou valores entre R$ 3 milhões e R$ 3,5 milhões.

Infosolo nega participação em fraude no Detran

Procurada pela reportagem, a Infosolo nega que houve favorecimentos à empresa no edital do Departamento de Trânsito do Paraná. A empresa alega que entregou a documentação necessária para o credenciamento no dia 3 de agosto de 2018, dois dias depois da publicação do edital, respeitando os prazos estabelecidos.

“Não houve fraude nem interferência na concorrência. Outras empresas foram igualmente credenciadas para realizar o mesmo serviço. A Infosolo foi a primeira autorizada prestar o serviço porque foi a primeira a entregar a documentação”, explicou o advogado Ricardo Barretto, representante da Infosolo.

Suspeita sobre a Comissão Especial de Credenciamento

O relatório da 5.ª Inspetoria de Controle Externo do TCE-PR aponta que a Comissão Especial de Credenciamento foi instituída pelo Detran-PR no dia 4 de julho de 2018. No dia 26 do mesmo mês, uma nova portaria constituiu uma comissão para realizar, de forma exclusiva, a avaliação dos requerimentos e documentos entregues pelas empresas interessadas.

O grupo de trabalho efetivo era composto por Emerson Gomes (nomeado presidente da comissão), Luiz Carlos Farias e Keizo Assahida (este substituído em outubro por José Carlos Moletta).

Todos trabalhavam no Detran-PR em cargos de comissão; todos foram exonerados em janeiro. As leis de licitação nas esferas federal (8.666/93) e estadual (15.608/07) proíbem que as comissões sejam compostas exclusivamente por servidores que ocupam cargos de confiança.

Todas as comissões – permanentes ou especiais – precisam ser formadas, no mínimo, por três membros, sendo pelo menos dois deles servidores pertencentes aos quadros permanentes das órgãos.

O Tribunal de Contas do Estado chama a atenção para o fato de que três dos quatro membros da comissão especial entraram para os quadros do Detran-PR pouco tempo antes do lançamento do edital, entre maio e agosto de 2018. O presidente da comissão, Emerson Gomes, foi nomeado no dia 1.º de agosto – apenas dois dias antes da criação do grupo de avaliação.

Emerson Gomes também é suspeito de ter ligações com Basile George Pantazis, um dos acionistas da Infosolo. Em um documento juntado na CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) dos Correios, em 2004, Gomes aparece como procurador de Pantazis na Dismaf Distribuidora de Manufaturados Ltda. A empresa concorreu em uma licitação para vender bolsas de nylon para a estatal.

A empresa era controlada pelos irmãos Basile e Alexandre Pantazis. Na primeira metade dos anos 2000 havia a suspeita de que a empresa direcionava 4% do que recebia dos Correios para o PTB (Partido Trabalhista Brasileiro). As imputações surgiram em meio ao escândalo de corrupção política que posteriormente ficou conhecido como “Mensalão“.

A Infosolo não comenta a relação de Gomes com os acionistas, mas nega que exista um vínculo dele com a empresa.

“Emerson Gomes e os demais integrantes da Comissão Especial de Credenciamento não mantém, nem nunca mantiveram qualquer tipo de relação com a Infosolo”, defende o advogado Ricardo Barretto.

Outro lado

Procurado pela reportagem, o Detran-PR não se pronunciou.

A Infosolo não se posicionou institucionalmente sobre os acionistas citados. A versão da empresa foi apresentada pelo advogado Ricardo Barretto, que negou as suspeitas de fraude.

Os irmãos Basile e Alexandre Pantazis, acionistas da Infosolo, também citados como controladores da Dismaf, informam que a empresa não foi acusada no âmbito da Ação Penal 470, no STF, que apurou o caso Mensalão.

Os ex-servidores em comissão do Detran-PR Eduardo Gomes, Luiz Carlos Farias, Keizo Assahida e José Carlos Moletta não foram encontrados.

Fonte: paranaportal.uol.com

Infosolo, seus sócios Egípcios e o Pastor de Satanás estão num inferno astrall

TJ do Paraná acaba com monopólio dos registros de automóveis.

Espera-se que os paranaenses contem, agora, com um mercado aberto à livre concorrência, com redução expressiva de preços.

O Tribunal de Justiça do Paraná tomou uma decisão corajosa de acabar com o monopólio dos registros de automóveis no Estado, que rendia para a empresa Infosolo, de Brasília, mirabolantes R$ 100 milhões por ano – em regime de exclusividade e a preços caros para os consumidores. Espera-se que os paranaenses contem, agora, com um mercado aberto à livre concorrência, com redução expressiva de preços.

A Infosolo já teve seus controladores denunciados no Mensalão e a empresa suspensa por inidoneidade pela CGU (Limpou o nome anos depois).

A empresa conquistou monopólio no período em que Ricardo Barros era o manda-chuva do Paraná – em parte na gestão de Beto Richa, e na gestão da esposa, Cida Borghetti, que substituiu o tucano.

Altos valores

As concorrentes da empresa Tecnobank inventaram um faturamento para a empresa que jamais existiu. Usaram a matemática superfaturada.

B3 sai

Fontes anteciparam um movimento da B3 no mercado de registro de automóveis: a empresa está saindo do segmento e registradoras já operam diretamente com bancos.

Contramão

Em outras ocasiões, já citadas, a Infosolo reclama ser vítima de concorrência, mas a decisão judicial recente prova que não.

Fonte: https://odia.ig.com.br/colunas/coluna-esplanada/2019/06/5658306-tj-do-parana-acaba-com-monopolio-dos-registros-de-automoveis.html

O SISTEMA FOI ROUBADO!!!

Copiado da EIG Mercados onde a Infosolo era uma mera prestadora de serviços.

O emblemático caso Detran Paraná – taxa de serviço para financiamento de veículos – envolvendo disputa pelo mercado entre as empresas Infosolo e Tecnobank, ganha novos espaços nos tribunais de justiça do Estado. A Infosolo entrou com um recurso contra a decisão do desembargador Rubens de Oliveira Fontoura, do Tribunal de Justiça do Paraná, que derrubou uma liminar e determinou o credenciamento de mais uma empresa, a Tecnobank, para prestação do serviço de registro de contratos de financiamento de veículos no estado.

O gravame é registrado no documento do veículo e impede que o proprietário faça qualquer transferência sem que o banco que efetuou o financiamento tenha conhecimento.Com a decisão, oito empresas estão aptas a fazer o registro dos contratos. Mas, a Infosolo, autora do recurso, concentra atualmente mais de 90% da demanda do estado.A empresa Tecnobank chegou a acusar a prestadora de monopolizar o mercado. O que não procede, segundo o advogado da Infosolo, Ricardo Barreto.

A crítica de consumidores e revendedores de veículos paranaenses à concentração dos contratos com praticamente uma única empresa é antiga e teve seu ápice em outubro do ano passado, quando bancos e lojistas se recusaram a registrar financiamentos pela Infosolo e nenhum carro financiado foi vendido por lojas paranaenses durante 10 dias. Para conter a crise, a Tecnobank chegou a ser credenciada emergencialmente pelo Detran, mas seu credenciamento foi suspenso, por ação da Infosolo, dois meses depois.

Em janeiro, o governador Ratinho Junior anunciou que a taxa que custa R$ 350 seria reduzida para o valor máximo de R$ 143,63. A medida diminuiria em mais da metade o custo da taxa para o financiamento veicular ao consumidor. O que ainda não aconteceu em função de uma outra briga judicial com a Infosolo, que suspendeu o edital de credenciamento de novas empresas aptas a fazerem o serviço de gravame dos financiamentos.
Em nota a coluna , a Infosolo afirma que “está incorreta a informação de que existe sobrepreço no Estado do Parará no que tange à taxa de registro de contrato de financiamento de veículos. O valor exato de R$ 350,00 corresponde ao Preço Público do serviço, já incluindo o valor da taxa do DETRAN-PR. O Preço Público, por sua vez, foi estabelecido no edital 001/2018, pelo próprio DETRAN. A média nacional, hoje, nos estados que seguem a legislação pertinente é de R$ 355,97”.

Para o advogado da Tecnobank, Luiz Fernando Delazari, o preço é superfaturado, tanto que o próprio Detran Paraná admite isto quando informa que os serviços representam R$ 42,00, enquanto o órgão recebe R$ 87,50, o que representa um lucro acima de 100%. “O que a Infosolo não admite é reduzir os preços das taxas”, disse. Para Barreto, o Governo do Paraná cometeu um equívoco ao anunciar a possibilidade de redução da taxa do Detran. O advogado da Infosolo afirma que faltaram estudos sobre os valores.

A Infosolo explica que está devidamente credenciada, como outras sete empresas também o estão, a escolha do sistema que executará o registro é livre. O que significa que, se as instituições financeiras têm escolhido a Infosolo para execução da demanda, uma vez que o valor cobrado é exatamente o mesmo para todas as credenciadas através de preço público, provavelmente se baseiam no critério de qualidade do serviço, atendimento e acompanhamento pós-execução.

A Infosolo esclarece ainda que a decisão judicial se baseou em questão processual, de natureza formal, em face da qual já apresentou recurso. No mérito, a mesma decisão judicial reconheceu a ilicitude da atuação da empresa Tecnobank: “Não se pode negar que são graves as irregularidades apontadas pela impetrante com o fim de demonstrar a inidoneidade da Tecnobank para ser credenciada para o serviço de registro de contratos”.

A Infosolo é a principal prestadora do serviço de registro de contrato de veículos no país porque detém excelência tecnológica e administrativa, além de ter sido pioneira na criação do sistema de registro eletrônico usado no mercado.