Corruptores agindo no Detran do RS “WTJ TECNOLOGIA LTDA” R$3.000.000,00 PROPINA OFERECIDA…

Lógico que o Palácio do Governo do RS recusou se, os Corruptores da WTJ, parecem que são novos no mercado, porém mais sujos que pau de galinheiro, que banco fará registro com empresas onde os sócios têm ações de busca e apreensão por mais de um banco, hj no momento atual qualquer empresa de fundo de quintal acha que pode fazer Registro de Contrato essa WTJ é mais uma delas…

Senhores, apesar da expressa proibição da resolução 689 do Denatran a B3 CETIP continuam a fazer e Operar os registros de Contratos nos Detrans do Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Espírito Santo, Acre e DF, advogados de Brasilia estão preparando uma representação junto ao Denatran a fim de acabar com essa farra e a do Gravame também, acabar com esses monopólios patrocinados pela ACREFI E Febraban, uma vez que além da B3 CETIP ainda agora empurram guela abaixo o SERASA que mantém uma relação PROMISCUA e INCESTUOSA com. As instituições financeiras. Em breve mais detalhes.

“Registradoras Fantasmas: Place TI forjou aumento de capital social para fraudar credenciamento nos DETRANs RJ e MG e burlar Compliance dos bancos.

“O Mercado de Registros de financiamento de veículos no Brasil tem sido palco de fraudes que ultrapassam a casa dos bilhões de reais, dinheiro que alimenta partidos políticos e também um mecanismo, capitaneado pela B3, quinta maior Bolsa de Valores do mundo, que está impedida de atuar no cadastro de registros após a Controladoria Geral da União identificar crime de monopólio, dentro outros, em auditoria realizada no ano de 2014 e que resultou na Resolução 689/2017, conforme já revelou as reportagens deste Agora Paraná. Ainda assim, a B3 S/A continua atuando de forma velada através de um HUB com registradoras laranjas e fantasmas, que formam uma teia de corrupção que envolve os maiores bancos privados do Brasil, sabotando suas regras de compliance e induzindo gestores dos Detrans ” no Brasil a cometerem atos de improbidade administrativa.

O núcleo de jornalismo investigativo do Agora Paraná viajou diversos estados brasileiros para visitar a sede destas ” empresas registradoras e descobriu que os endereços são apenas de fachada e vão de coworking até casas abandonadas em ruas protegidas pelo Primeiro Comando da Capital (PCC), um dos maiores grupos criminosos do Brasil.

“Esses detalhes serão mostrados durante a série de reportagens “Registradoras Fantasmas” que hoje vai revelar como a empresa Place Tecnologia e Inovação S. A. (Place TI) forjou o aumento do capital social da empresa de R$ 500 mil para R$ 5,7 milhões para realizar o credenciamento nos Detrans do Rio de Janeiro e Minas Gerais. Na Portaria de credenciamento do Rio havia uma cláusula que exigia patrimônio líquido mínimo de R$ 5 milhões e na Portaria de Minas a exigência era de patrimônio líquido ou capital social de R$ 1 milhão e, na época das “publicações destas portarias, o capital social da Place TI ainda era de R$ 100 mil.

Entenda o Caso  Documentos obtidos com exclusividade revelam que a Place TI incorporou ao seu capital social um terreno de 40 hectares no interior do Ceará, no valor de R$ 5,2 milhões através da entrada da sócia Flávia Mororó com a empresa Serf Serviços Especializados, saltando de um capital de R$ 500 mil para R$ 5,7 milhões em outubro de 2018, pouco mais de um mês depois da exigência da Portaria de credenciamento de Minas Gerais e cinco meses depois da publicação da Portaria do Rio de Janeiro que exigia patrimônio líquido mínimo de R$ 5 milhões.

O terreno incorporado pela Place fica na cidade de Ipu, no interior do Ceará e o processo foi realizado com o laudo de três engenheiros da cidade que conta com cerca de 40 mil habitantes que avaliaram o terreno por 5.3 milhões.

O núcleo de Jornalismo Investigativo do Agora Paraná viajou 3.153 quilômetros entre Curitiba e Fortaleza, mais 300 quilômetros entre a capital do Ceará e a pequena cidade de Ipu e outros 40 quilômetros de estrada de chão para chegar até o terreno e descobriu, no cartório da cidade, que dois dias antes da incorporação do terreno pela Place TI por R$ 5,2 milhões, a nova sócia da Place TI, Flávia Mororó adquiriu o terreno através de uma de suas empresas, a Serf Serviços Especializados pelo valor de R$ 40 mil. Ou seja, o valor de R$ 5,3 milhões descrito na Escritura Pública de Compra e Venda (a qual o Agora Paraná teve acesso) é 13.000% maior do que o valor de aquisição do imóvel (R$ 40 mil).

Diante desta diferença estridente de valores, a reportagem procurou o antigo dono da propriedade, José Hamilton Rodrigues. Ele vive no vilarejo de santa teresa, na cidade de ipu. Em entrevista gravada, Rodrigues disse que na verdade ele vendeu o terreno por menos de R$ 20 mil há muitos anos para o pai de Flávia Mororó, o senhor Flávio Mororó, ex-Prefeito da cidade de Ipu e que fizeram a transferência apenas no ano de 2018.

Questionado pela reportagem sobre o valor real da propriedade atualmente, Rodrigues disse que vale mais ou menos R$ 100 mil, levando em consideração o valor por hectare na região. Ele disse que a transferência para a empresa de Flávia foi feita por R$ 40 mil para “pagar menos impostos“`.

A reportagem do Agora Paraná contratou uma conceituada empresa de avaliação de imóveis em Fortaleza. O perito Paulo Nobre fez um minucioso estudo sobre a área em Ipu incorporada por R$ 5,2 milhões pela Place TI e emitiu um laudo que revela o valor real de mercado do terreno por R$ 97 mil.  Em seu laudo, Paulo Nobre revela também a existência de posseiros na terra há mais de trinta anos. A reportagem foi até o local e gravou entrevista com um desses posseiros. Ele informou que estão no local há mais de trinta anos e tem documentos de posse da terra. Uma cerca divide a área dos posseiros com a casa abandonada que seria de posse da Place TI, conforme consta em seu capital social. 

Laudos falsos, engenheiros trabalham na prefeitura, pai de flávia ex-prefeito de Ipu. O marido de Flávia Mororó, Ruben, procurou a reportagem do Agora Paraná para dar a sua versão. Segundo ele, o terreno realmente não vale os R$ 5,2 milhões, mas houve um “erro de digitação” do seu contador. Ele admite que o terreno vale em média R$ 100 mil e que achou que isso já estaria resolvido pois sua esposa ja não faz mais parte da place por não concordar com a forma de trabalho dos outros sócios da empresa e teve perda de capital no período em que ficou na Place e que essa sociedade “só deu dor de cabeça“, nas palavras de Ruben.

A reportagem procurou também os peritos José Luan Ximenes Martins, Iago Araújo Barbosa e Pedro Henrique Ferreira Melo que emitiram laudo falso em 2018 informando o valor de R$ 5,2 milhões de um imóvel que tem valor de mercado de menos de 100 mil. Os peritos não atenderam as ligações da reportagem. Os três trabalham ou tem fortes ligações com a prefeitura de Ipu, cidade em que o pai de Flávia, Flávio Mororó, foi prefeito. Os peritos, Flávia Mororó e os demais sócios da Place TI podem responder por crimes fiscais que podem render até nove anos de prisão para cada um, além do descredenciamento imediato da Place TI nos estados em que fraudaram as regras dos editais de credenciamento. Fica evidenciado também que essa fraude tem induzido o compliance dos principais bancos privados do Brasil, como Banco Itaú, por exemplo, que tem utilizado os serviços da Place, a um erro que pode custar caro para toda a Instituição Financeira, para a Administração Pública e, principalmente, para o consumidor.

A reportagem do Agora Paraná esteve nos endereços da PLACE TI em São Paulo, Natal e Brasília, os mesmos que constam em seu site. Em São Paulo e Natal a empresa é fantasma, mantém apenas endereços fiscais em coworkings. As sedes fantasma, mantém apenas endereços fiscais em coworkings. As sedes fantasma da Place TI serão reveladas com mais detalhes na reportagem da próxima edição do Jornal Agora Paraná.

Aumento de capital da Place TI evidencia fraude. Entenda de forma detalhada Em 20 de outubro de 2018, ingressou na Place TI uma nova acionista denominada Serf Serviços Especializados de Apoio Administrativo EIRELI, CNPJ 22.320.877.0001-00, a mais do que o valor pago, evidenciando superfaturamento de 13.000%. Além disso, deveria recolher imposto à Receita Federal do Brasil na alíquota de aproximadamente 18% da diferença do imóvel, ou seja, aproximadamente R$ 930.000,00 de imposto. Caso não tenha recolhido o imposto, a Serf também poderá responder por fraude tributária e sonegação de imposto, sem prejuízo das demais penalidades.

Outro ponto que chama atenção é que os laudos apresentados avaliaram o hectare na região em aproximadamente R$ 128.000,00 (cento e vinte e oito mil reais). Ocorre que o hectare na região, por todos os avaliadores é estimado entre R$ “500,00 e R$ 1.000,00.

Os engenheiros responsáveis pelo laudo, caso tenham superfaturado a avaliação, também podem ser indicados por fraude, elaboração de laudo superfaturado, podendo inclusive perder o registro junto ao Conselho dos Engenheiros – CREA. Destaque-se ainda que, até a data atual, não houve a efetiva transferência do imóvel para o nome da Place TI. Na certidão do imóvel, a atual dona permanece a Serf. O que é outro problema, pois o aumento de capital ocorreu somente no papel, com imóvel superfaturado e sem a efetiva transferência do imóvel para o nome da place TI.

A Serf entrou na empresa em agosto de 2018, por integralização de terreno superfaturado e retirou-se em 05 de agosto de 2019, ou seja, menos de 01 ano depois. Mesmo com a saída da Serf do quadro societário da empresa e mesmo não tendo sido transferido para o nome da empresa até hoje, o terreno permanece contabilizando na Place TI para “justificar” o aumento de capital. Após a saída, as ações foram redistribuídas entre os demais acionistas, sem menção de qualquer pagamento pelo valor das ações à Serf por parte da Place TI. Ao que tudo indica, a Serf atuou como empresa laranja apenas para realizar um aumento fraudulento de capital com base em imóvel superfaturado.

Como se sabe, ações de empresa são um bem. Tanto é assim que uma forma de investimento é a compra e venda de ações. Dessa forma, as ações não poderiam ser simplesmente redistribuídas entre os sócios. Deveriam ser compradas e vendidas, com a correspondente transação financeira e pagamento de impostos. Os acionistas da Place TI redistribuíram as ações, em flagrante fraude à Receita Federal e ao mercado financeiro, podendo inclusive responder criminalmente por sonegação fiscal. Podem responder ainda por associação criminosa e fraude ao processo de credenciamento. A Place TI fez um aumento de capital irregular, via integralização de terreno superfaturado. Ou seja, na prática a Place TI não tem um capital social de R$ 5.700.000,00. Dessa forma, não poderia ter sido credenciada junto ao DETRAN do Rio de Janeiro e Minas Gerais, pois enganou a Administração Pública, fraudou o credenciamento e não cumpre os requisitos do edital.

SOBRE A PLACE TI

A Place TI surgiu da transformação de uma empresa denominada M&F Tecnologia em Vendas LTDA.

Essa empresa era de Nilton Marcelo de Andrade, que atualmente é o principal acionista da Place TI.

Em 20 de junho 2018, Nilton se associou com Dhiego Soares e Thiago Ramos e criaram a Place Tecnologia e Inovação S. A. (Place TI).

O capital social, que antes era de R$ 10.000,00 passou para R$ 100.000,00.

Apenas 1 mês após a criação da Place TI, o capital social da empresa aumentou de R$ 100.000,00 para 500.000,00 com ingresso de novos sócios.

E, poucos meses depois, ocorre a fraude de aumento de capital com superfaturamento do imóvel do IPU, no interior do Ceará. Os acionistas da Place se conheceram em uma empresa de TI (INFOSOLO), onde todos foram funcionários.

Roubaram o código fonte de um software da empresa e ingressaram no mercado de registro de contratos, de acordo com a queixa-crime registrada na justiça do distrito federal.

Fonte: https://www.agoraparana.com.br/noticia/registradoras-fantasmas-place-ti-forjou-aumento-de-capital-social-para-fraudar-credenciamento-nos-detrans-rj-e-mg-e-burlar-compliance-dos-bancos#.Xa5U3uIPJ99.whatsapp